RATZINGER NO BRASIL – A chegada à terra de Vera Cruz.

Foi com pompa e circunstancia que Bento XVI desceu as escadas no aeroporto de Guarulhos.
Eu estava lá e posso seguramente testemunhar a simpatia que o Papa tem pelo povo brasileiro.
Assim que chegou à porta do avião proferiu as seguintes palavras: “Ausschuss! Sein hote wie Hölle!” que para quem não sabe quer dizer: “F....se! Tá um calor do camandro!”.
Na realidade estavam 12 graus, mas tanta era a indumentária, que o pobre senhor suava por todos os poros.
Todos ficaram perplexos quando no final da escadaria Ratzinger se vergou num movimento de quem iria beijar o chão. Como é sabido, esse era um movimento característico do saudoso João Paulo II que, até hoje, não tinha sido utilizado pelo seu sucessor. Mais tarde consegui apurar que se tratara de uma quebra de tensão devido ao sobreaquecimento das vestes.
Retirados vários quilos dos ombros, chegara a altura de cumprimentar os anfitriões. O Presidente e a Primeira-Dama.
“Deus te abençoe Lula, filhote! E para ti Marisecas, trouxe um frasquinho com uma colónia da Prada. Ora cheira aqui!”. Foram sete minutos consecutivos a cheirar a mão do senhor de branco, como prova a fotografia.
Findo este protocolo bizarro, Lula informou que estava grato e honrado pela sua visita e que estava tudo preparado.
“Óptimo, estou cansadíssimo! O hotel é bom?” disse Ratzinger.
“Mas Sua Santidade não vai falar?” retorquiu Lula.
“Para fazer check-in?”
“Para o povo, estão 2 milhões de brasileiros esperando você aqui no aeroporto”
“Ah! Pois é! Olha que maçada! Já me esquecia!”
Seguiu-se um breve e eloquente discurso que antecedeu a partida da comitiva papal para o hotel mais luxuoso da cidade.
Ainda consegui colocar uma questão antes da evasiva: “Santo Papa, está preparado para responder às provocações do GGB- grupo gay da Bahia?”
“Mein Liebster Eloy, este é um país livre e democrático e acho que as bandas de música têm o direito de escrever o que entenderem, e como me foi dito pelos meus conselheiros eu sou mais Botafogo! Vai Romario! Grácias povo brasileiro!”
Esta foi a reportagem possível à chegada ao Brasil, fica aqui a promessa de futuros contactos do Repórter Eloy.
(continua)
Eu estava lá e posso seguramente testemunhar a simpatia que o Papa tem pelo povo brasileiro.
Assim que chegou à porta do avião proferiu as seguintes palavras: “Ausschuss! Sein hote wie Hölle!” que para quem não sabe quer dizer: “F....se! Tá um calor do camandro!”.
Na realidade estavam 12 graus, mas tanta era a indumentária, que o pobre senhor suava por todos os poros.
Todos ficaram perplexos quando no final da escadaria Ratzinger se vergou num movimento de quem iria beijar o chão. Como é sabido, esse era um movimento característico do saudoso João Paulo II que, até hoje, não tinha sido utilizado pelo seu sucessor. Mais tarde consegui apurar que se tratara de uma quebra de tensão devido ao sobreaquecimento das vestes.
Retirados vários quilos dos ombros, chegara a altura de cumprimentar os anfitriões. O Presidente e a Primeira-Dama.
“Deus te abençoe Lula, filhote! E para ti Marisecas, trouxe um frasquinho com uma colónia da Prada. Ora cheira aqui!”. Foram sete minutos consecutivos a cheirar a mão do senhor de branco, como prova a fotografia.
Findo este protocolo bizarro, Lula informou que estava grato e honrado pela sua visita e que estava tudo preparado.
“Óptimo, estou cansadíssimo! O hotel é bom?” disse Ratzinger.
“Mas Sua Santidade não vai falar?” retorquiu Lula.
“Para fazer check-in?”
“Para o povo, estão 2 milhões de brasileiros esperando você aqui no aeroporto”
“Ah! Pois é! Olha que maçada! Já me esquecia!”
Seguiu-se um breve e eloquente discurso que antecedeu a partida da comitiva papal para o hotel mais luxuoso da cidade.
Ainda consegui colocar uma questão antes da evasiva: “Santo Papa, está preparado para responder às provocações do GGB- grupo gay da Bahia?”
“Mein Liebster Eloy, este é um país livre e democrático e acho que as bandas de música têm o direito de escrever o que entenderem, e como me foi dito pelos meus conselheiros eu sou mais Botafogo! Vai Romario! Grácias povo brasileiro!”
Esta foi a reportagem possível à chegada ao Brasil, fica aqui a promessa de futuros contactos do Repórter Eloy.
(continua)

